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Camilo Cristófaro está sendo processado pelo prefeito Ricardo Nunes e pelo secretário de segurança Osvaldo Nico

O ex-vereador Camilo Cristófaro está sendo processado pelo prefeito Ricardo Nunes por calunia injúria e difamação. Segundo a denúncia contra o ex-vereador ele estaria usando as redes sociais para uma “campanha difamatória sistemática, contínua e dolosamente premeditada” . De acordo com a acusação do prefeito, os ataques começaram no dia 17 e 18 de julho quando Camilo pediu e teve negado a indicação para ser subprefeito do Ipiranga.

O ex-vereador vem acumulando uma série de processos por campanha difamatória. O secretário de segurança de São Paulo, Osvaldo Nico também decidiu processar Camilo Cristófaro por calúnia e difamação. A denúncia foi aceita pelo Ministério Público em março deste ano. O ex -titular da pasta Deputado Guilherme Derrite, também apresentou denúncia por difamação e calúnia contra o ex-vereador. O mesmo procedimento fez o ex-prefeito de São Bernardo do Campo e ex-secretário municipal de São Paulo Orlando Morando. “Camilo passou dos limites, por isso Orlando Morando decidiu recorrer à |Justiça”, disse uma pessoa próxima do ex-prefeito de São Bernardo.

Ao jornal O Estado de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes declarou que “O Camilo ultrapassou todos limites do razoável em ataques somente porque eu não pude atender os pedidos dele para ser subprefeito ou outra nomeação no governo. Aí quando os ataques passam a praticamente uma chantagem é preciso buscar no local adequado que é o judiciário , para que esse tipo de ação pare”.

Para pressionar o prefeito a ser nomeado subprefeito do Ipiranga, Camilo Cristófaro teria usando o nome de autoridades de altos escalões da municipalidade e política de São Paulo. Como não conseguiu seu objetivo, o ex-vereador passou a fazer postagem nas redes sociais chamando o prefeito de !cara de pau|” e acusando o chefe do executivo paulistano de destruir a Companhia de Engenharia de Tráfego apontando reportagens sobre o aumento no número de mortes ocorridas no trânsito na cidade.

O ex-vereador teve seu mandato cassado em 2023 por usar a expressão “coisa de preto” Em 2024 ele foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

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