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Linha 17-Ouro faz testes para ajustar distância entre os trens e a plataforma

Com a promessa de que em março de 2026, a Linha 17-Ouro do monotrilho começa a funcionar em operação assistida, vários ajustes estão sendo feitos para, realmente, o início da operação não sofra mais atrasos. Prometida para a Copa do Mundo de 2014, as obras sofreram atrasos, trocas de construtora e até abandono.

Nessa nova fase as obras já foram vistoriadas diversas vezes pelo governador Tarcísio de Frentes, que têm reiterado o compromisso de colocar a linha em pleno funcionamento no segundo semestre de 2026.

Atualmente as obras estão passando por vários testes seguidos de sistemas e equipamentos que visam seu funcionamento seguro. Um desses testes ocorreu há poucos dias e teve como foco o alinhamento das portas dos trens e das plataformas. O trabalho envolveu medições geométricas das interfaces entre o material rodante e as portas de plataforma (Platform Screen Doors) das estações do ramal de monotrilho. Esses testes são fundamentais para ajustar com precisão a distância entre o trem e a plataforma, evitando que o passageiro fique com o pé preso entre o trem e a plataforma.

Em todo seu percurso a Linha-17 Ouro terá oito estações distribuídas em 6,7 km de vias que ligam o Aeroporto de Congonhas às linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda.

O sistema monotrilho é um transporte de média capacidade, que opera sobre pneus, em via elevada (entre 12 e 15 metros de altura, dependendo do trecho) e utiliza tecnologia driverless (operação autônoma sem a presença de condutor). Os veículos são equipados com câmeras no interior dos carros, gravação de imagens, passagem livre entre os carros e ar condicionado.

Foto: iTechdrones

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