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Mães conciliam trabalho e uma vida dedicada aos filhos

Ser mãe é, além de tudo uma dádiva divina oferecida para aquelas que são capazes de abandonar suas vidas particulares para poder dedica-las a seus filhos. Mas, na maioria das vezes, esta mulher ainda concilia o período gestacional e a criação do (s) pequeno (s) com o mercado de trabalho. Tarefa que torna o oficio de “ser mãe” ainda mais desafiador.

Por isso, conversamos com mães que moram na região, tem filhos pequenos e estão atuantes no mercado de trabalho, tendo assim, que “se virar em 30” para dar conta de tudo. O que geralmente é feito com maestria por elas.

Kezia Santos Lima é empreendedora, mãe pela segunda vez, agora do pequeno Joseph e precisa lidar com a dupla jornada diariamente. “É difícil”, diz

“Ser mãe para mim é algo de mais importante que a gente tem na vida. É inexplicável ter um filho. A gente “não ganha nada com isso, mas é prazeroso”, contou Kezia Santos Lima, mãe do pequeno Joseph, que estuda no CEI Ivette Attalah, advindo do Catarina Labouret.

A mulher, de 36 anos, tem outro filho de 15 anos e contou sobre a dupla experiência em ser mãe duas vezes. “É muito diferente de uma gestação para a outra, de uma experiência para a outra. É como se você estivesse engravidando pela primeira vez”, destacou. “A segunda é como se fosse a primeira. É muito estranho, mas é muito gostoso. Ser mãe é uma dedicação que não tem explicação”, conclui.

Empreendedora, ela consegue conciliar o trabalho com os horários do filho para que possa, literalmente, “cuidar dos dois”. “Graças a Deus eu consigo conciliar o meu trabalho com os horários da escola dele, então eu consigo primeiro entregar ele na escola, depois eu consigo sair, retirar ele na escola, agora a gente vai no parquinho brincar, então eu consigo conciliar os meus horários com os dele”, contou.

“Mas é difícil. Não é fácil”, expressou ela, ainda, alegando sobre a dupla jornada diária de ser mãe e trabalhar ao mesmo tempo, com a necessidade de dar atenção a ambos. E na arte de ser mãe, as avós, como diz o ditado, ganham este presente duas vezes, quando chegam os netos e foi o que aconteceu com Maria do Socorro Martins da Silva Souza, 59 anos, a qual perdeu sua mãe quando ainda er criança, mas nunca deixou faltar nada para seus filhos e agora cuida do neto, Pietro.

Sem convivência com a mãe desde criança, Maria do Socorro Martins da Silva Souza cuidou com maestria de seus filhos e agora do neto, Pietro

“Ser mãe é uma coisa muito boa, ser vó é melhor ainda. Eu não tive mãe para dizer realmente, mas tentei fazer o melhor para os meus filhos e estou tentando fazer o melhor para os meus netos”, destacou, falando ainda sobre a grandiosidade que significa “ser mãe”.

“Ser mãe é ser a rainha deles [dos filhos], a protetora deles. Protegê-los, guarda-los do mal, das coisas ruins. Ser mãe é muito importante e quem é mãe cuide dos seus filhos porque eles são para a vida inteira”, salientou Socorro, fazendo um apelo para que todas as mães cuidem dos seus filhos.

Maria trabalhou durante muitos anos como doméstica em residências e por não ter onde deixar seus filhos por ter um marido que não a ajudava, acabava levando-os junto. Segundo ela, este movimento entre trabalho e ser genitora “não foi fácil”.

“Eu levava os meus filhos para casa de família junto comigo, eles às vezes até maltratavam meus filhos e eu queria protegê-los acabava saindo do serviço, porque eu não queria que maltratassem meus filhos. Eu não queria colocar na creche porque eu tinha medo de alguém fazer alguma coisa”, frisou, alegando que se considerava uma “mãe protetora e cuidadosa”. “Que cuidava que queria saber se meus filhos estavam bem, se tinham comido, dormido, então, ser mãe é estar no paraíso e amar cada vez mais”, conclui.

Mães conciliam trabalho e uma vida dedicada aos filhos
Mesmo com 21 anos, Ketlyn Augusto Santos aprendeu desde cedo o ofício de ser mãe e já está com sua terceira filha: a pequena Maria

Ketlyn Augusto dos Santos tem apenas 21 anos, mas já está com sua terceira filha no colo, tendo a experiência pela primeira vez ainda muito jovem. “Eu sou super feliz com as minhas filhas, porque cada dia que passa, elas aprendem um pouco comigo, então, eu fico super feliz de ser mãe”, afirmou, ao buscar sua filha, criança, Maria, da escola.

Mães conciliam trabalho e uma vida dedicada aos filhos
Francisca Araújo é mãe do pequeno Artur, de 1 ano e três meses, estuda, trabalha e mesmo assim encontra tempo para cuidar e ficar com seu pequeno

“[Ser] mãe para mim é tudo. A melhor coisa desse mundo”, conta Francisca Araújo, “mãe duas vezes” e que tem que conciliar trabalho, estudo e ser mãe.

“É bem difícil, mas a gente consegue”, falou, parabenizando o trabalho da equipe disciplinar do CEI Ivette Atallah, onde seu filho, Artur, de 1 ano e 3 meses estuda.

Neste dia das mães, os colos devem estar cheios de amor, carinho, respeito, lembranças boas, histórias para contar, risadas, e acima de tudo, gratidão dos filhos pelo lindo trabalho de suas genitoras em elas serem, simplesmente, vossas mães.

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