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Internação compulsória de dependentes

O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou na terça-feira (30) a proibição de a Prefeitura de São Paulo promover a internação compulsória de dependentes químicos da região da Cracolândia. Segundo a Defensoria Pública, as internações compulsórias são de caráter excepcional e só podem acontecer quando todas as outras opções forem esgotadas. A decisão provocou muita polêmica. A Pesquisa da Semana ouviu os leitores sobre o assunto e 82,7% deles defendem a internação.

“Não sei por qual razão nenhum político em nível federal, não tenha ainda apresentado um projeto de lei ou uma PEC (se for o caso), para que as prefeituras que queiram, de fato, resolverem o problema dos viciados ambulantes, o façam dentro da legalidade, internando-os para tratamento à revelia de suas vontades”. Aparecido Rodrigues, 67 anos, administrativo.

“Total apoio a Doria e ao governo do Estado. Alguém tinha que acabar com essa situação. Para variar, quem não aceita são os mesmos que querem atropelar a humanidade e não aceitam o mal que o PT fez ao país. Eles nem mesmo estão preocupados com os jovens e famílias que sofrem com essa situação”. Adilson Silva, 32 anos, autônomo.

“Agora chovem críticas ao fim da cracolândia. Defendem que eles é que tem que decidir o que é melhor pra eles. Conversa fiada. Tem muito imposto nosso sendo gasto aí pra podermos andar em paz pela cidade, esses dependentes nos assaltam e nos colocam em perigo. Quem estiver com pena que leve uns três para casa”. Jailton de Almeida, 32 anos, contador.

“Nesse ponto o prefeito está certo. Muitos perderam totalmente sua identidade e nem sabem em que planeta estão vivendo. Não tenho nada com isso, mas já aproveitando, melhor fez o Haddad que contemporizou com a situação e largou os viciados na mão. Essa é a atitude certa”. Luciana Moreira, 43 anos, empresária.

“A cidade é para os paulistanos de bem. Essas pessoas que frequentam a Cracolândia infelizmente não conseguem conviver em sociedade. Precisam de um tratamento para voltar a ter uma vida digna e recuperar sua integridade”. Luiz Nagashiro, 68 anos, aposentado.

“Pura jogada de marketing do prefeito. Na verdade, não existem vagas para os que buscam tratamento. É verdade, tanto que diversas matérias foram veiculadas com vários usuários dormindo no chão com apenas um cobertor e que topavam ser internados. Dória acha que somos ingênuos”. Jeferson Nunes, 23 anos, estudante.

“Existem dezenas de clínicas para tratamento de dependentes químicos. E nada impede que a Prefeitura crie as suas próprias. Aliás, já passou da hora. Na rua, ameaçando os cidadãos e ocupando a cidade é que eles não podem continuar”. Victor Eduardo, 35 anos, motoboy.

“O problema das drogas jamais será resolvido com outras drogas, que aliás é a única coisa que sabem fazer nestas clínicas psiquiátricas, quando não, além de ‘sossega leão’, eletro choques e ainda dissimulam até Lobotomias. É preciso dar solução, existe saída, mas devoram o dinheiro sem nada fazerem de fato. Pergunte qual a solução para dependentes, terá respostas”. Opinião do leitor Jefferson Guedes, enviada por carta.

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