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Concessão de Parques deixa frequentadores confusos

Desde o dia 10 de maio quando foi publicou no Diário Oficial do município, um edital de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a concessão de 14 parques municipais, dentre eles o Independência e o Aclimação, a população segue sem saber quais as mudanças que vão acontecer nos equipamentos de lazer.
Para tentar esclarecer a situação o Conselho Gestor do Parque organizou um encontro no começo do mês, com um representante da Prefeitura, mas o convidado não compareceu. Diante da situação, Wagner Spolon, administrador do Parque da Independência, leu um comunicado que veio da pasta, explorando o projeto implantado pela Prefeitura de São Paulo. O prazo mínimo de concessão é de 5 e no máximo 30 anos.
De acordo com o documento apresentado na ocasião, os interessados nas concessões deverão seguir algumas premissas básicas: garantir a gratuidade para os usuários dos parques; buscar a desoneração da Prefeitura de São Paulo, tanto em relação ao custeio, quanto a novos investimentos, e fomentar a integração com os permissionários existentes. Os interessados ainda deverão realizar investimentos de melhorias e manutenção nos parques e assumir integralmente as despesas de operação. Caberá à Prefeitura a fiscalização dos resultados acordados em contrato.
O administrador afirmou que no caso do Parque Independência, a área que será modificada é o terreno anexado ao Parque, mas que ainda não está aberto ao público por falta de manutenção. “A forma de receita esperada é através de estacionamento, aluguel de equipamentos esportivos como patins, bicicletas, fotos comerciais, publicidade entre outros. Acredito que ali terão lanchonetes, restaurantes, brinquedos e outros atrativos que farão parte do investimento da parte privada”, disse.
A Prefeitura de São Paulo não tem nada estruturado, o que deixou as pessoas presentes confusas em relação ao resultado do projeto.

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